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quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Atitudes De Vandalismo


Um texto de Gabriel Matheus Gonçalves — C12

Com este texto tratarei de um assunto bastante popular entre as escolas: bullying e vandalismo. Para começo, eu acho que se diminuíssem o vandalismo e aumentassem  as regras, seria melhor.
Acho também que se parassem com brigas e arreganhos e levassem mais a serio seria bem melhor, porque as pessoas estão crescendo e ficando cada vez mais abobadas. Acho que devia parar com todos as regalias, tipo como lutinha, bullying, etc.                                                                                                                                         

Sobre os banheiros só tenho a criticar. Muito ruim. Não que as funcionarias não limpem bem, é que os alunos que estragam, e bem como a vice-diretora disse "Só conseguiremos comprar coisas novas quando os alunos pararem de estragar". 
Minha opinião é que esses vândalos parem com o que estão fazendo. Não é só porque as coisas que eles estragam são públicas que eles tem que sair quebrando tudo, ou pichando. E sobre essas brigas e esses arreganhos, só tenho a falar que tem que parar com isso, porque de um arreganho pode virar uma briga de verdade e ate chegar à morte. Sobre o bullying, tenho a falar que isso é uma coisa que também pode matar, porque isso é algo que prejudica as pessoas. Machuca muito e leva a fazer coisas perigosas que podem ferir muitas pessoas, ou, no pior dos casos, a vítima de bullying se prende a ela mesma e não fala com ninguém, prefere fica sofrendo sozinha. 



quarta-feira, 8 de outubro de 2014

O Reflexo da Desesperança

O Reflexo da Desesperança

Um conto de Taís Camargo - vencedora da etapa escolar da Olimpíada de Língua Portuguesa 2014.


A imagem contida aqui não me pertence. Ela foi pega neste site http://site.douban.com/106875/widget/notes/77988/note/134549144/ e editada.


Desde os tempos em que eu era pequeninha, imaginava como deveria ser viver a vida de outra pessoa. É claro que em minha cabeça infantil, tudo saía meio robótico, mas agora que paro para pensar, isto é muito, muito profundo. Eu costumava ignorar as pessoas com suas atitudes, viver sempre na minha, mas depois de ver tanta gente debatendo em minha sala de aula, abri os olhos e a mente.

As palavras agressivas lançadas com nojo. As ações inconsequentes no clímax da diversão, ou então naquele ataque de raiva. Uma coisa puxa a outra, não posso me esquecer, sei que já passei por isso, mas então eu penso:
‘O que estamos fazendo com nós mesmos?’

Uma coisa puxa a outra novamente. Quebrar o espelho e/ou as janelas muda muito, eu acho que nem precisava contar. Eu sei que puxo tudo para o dramatismo, mas alguém não irá mais na frente do espelho olhar para o seu reflexo e pensar nas horríveis coisas que acabaram de lhe dizer há pouco tempo. Mas somente os xingamentos riscados nas portas compensam isso. Não irá simplesmente perder a chance de olhar seu reflexo e pensar que sua alma é bonita quando todo mundo diz o contrário. Não irá só destruir as esperanças de uma pessoa, ou várias pessoas, mas também o local onde as esperanças deveriam ser construídas.
Cá entre nós, isso é horrível. E não adianta negar, mesmo que seja você a pessoa que faz essas coisas. Se ao menos houvessem motivos…